<img src="https://secure.leadforensics.com/77233.png" alt="" style="display:none;">
RELATÓRIO DE PESQUISA

Garantindo a segurança das pessoas

Dados globais sobre a situação da segurança no local de trabalho 

Sobre a pesquisa:

200

líderes de segurança e operações entrevistados

7

entrevistas qualitativas aprofundadas

6

setores em todo o mundo

A segurança no local de trabalho está em um ponto de inflexão.

Segurança e produtividade andam de mãos dadas, mas mesmo com um forte investimento em treinamento, ferramentas e tecnologia, os resultados nem sempre correspondem às expectativas. Esta pesquisa analisa a situação atual da segurança no trabalho e suas perspectivas para os próximos dois anos, para que você possa criar ambientes de trabalho mais seguros e tirar o máximo proveito de seus investimentos em segurança.

A segurança é uma prioridade? Não. Nunca é uma prioridade — as prioridades mudam. Tem que ser uma cultura.” 
-Gerente de Instalações, Setor de Petróleo e Gás

Os orçamentos para saúde e segurança permanecerão estáveis ou aumentarão nos próximos dois anos. 

Nos próximos dois anos, espera-se que os orçamentos de segurança: 
Aumentarou manter em 95%
<5%somewhat decrease

As 5 principais prioridades orçamentárias: 

Formação de trabalhadores 
0%
Engajamento da força de trabalho 
0%
Melhorias na infraestrutura para reduzir riscos
0%
Nova tecnologia
0%
Ação de sensibilização interna para promover a importância da segurança 
0%
ícone de denúncia
Os líderes compreendem que investir em segurança é benéfico para seus funcionários e para seus negócios, razão pela qual se espera que os orçamentos destinados à segurança aumentem ou se mantenham em todos os setores. As prioridades orçamentárias nos próximos dois anos se concentrarão nas pessoas, com a formação e o envolvimento dos trabalhadores no topo da lista, bem como o investimento em novas tecnologias.
ícone-de-denúncia-segundo
imagem de segurança

Existe uma discrepância entre os protocolos de segurança e o comportamento na prática.

As expectativas não correspondem totalmente à realidade quando se trata de segurança no trabalho. Isso fica evidente no número de incidentes que ocorrem com frequência em todos os setores. De acordo com especialistas em segurança, entre as possíveis razões para essa discrepância estão a incapacidade de abordar as causas fundamentais dos problemas de segurança e a falta de integração entre os trabalhadores, os processos em que atuam e a tecnologia que utilizam.

64%
Muitos líderes de segurança e operações percebem uma desconexão entre os protocolos de segurança e os comportamentos na prática.
53% dos incidentes de segurança no trabalho resultam em lesões que levam à perda de tempo de trabalho.

As lesões que levam à perda de tempo de trabalho continuam a ocorrer com persistência.

Esse descompasso entre o entendimento e os resultados revela uma oportunidade para avaliar como os investimentos em segurança equilibram medidas de prevenção básicas, como o treinamento, com abordagens preditivas que utilizam dados para identificar riscos antes que se transformem em acidentes. Isso levanta uma questão mais profunda: as organizações estão investindo o suficiente em capacidades preditivas — utilizando dados e visibilidade em tempo real para identificar padrões de risco — ou estão dependendo principalmente de treinamento e protocolos de resposta?

segurança-img-segunda

A formação é imposta de cima para baixo, em vez de ser parte da cultura da empresa. 

Quando o treinamento se concentra excessivamente em regras, o foco passa a ser evitar erros a todo custo. Mas erros e acidentes são inevitáveis, por isso essa abordagem pode minar a confiança. Uma abordagem cultural ao treinamento trata os trabalhadores como participantes ativos e vincula a aprendizagem ao contexto do mundo real. As organizações não precisam necessariamente de mais treinamento — os líderes já estão investindo nisso —, mas sim de um treinamento mais conectado.

ícone de pessoas
1/3
Quase um terço dos líderes considera que “uma melhor formação” é o caminho para uma maior confiança. 

A análise de dados é, em grande parte, retrospectiva e reativa — mas o futuro é preditivo.

A análise retrospectiva de dados é a abordagem predominante entre os responsáveis pela segurança, o que significa que a maioria das organizações utiliza seus dados para monitorar e relatar, em vez de prever e prevenir. Esses responsáveis dispõem de dados valiosos provenientes do conjunto de ferramentas e procedimentos nos quais investem, sem, no entanto, aproveitar plenamente essa riqueza de conhecimento para a prevenção proativa de riscos.
Apenas 33,5% dos responsáveis pela segurança dedicam seu tempo à análise preditiva 
0%
73% estão analisando relatórios de incidentes e registros de quase acidentes 
0%
65% afirmaram que analisam os acidentes registráveis e os incidentes com afastamento 
0%
E 64% afirmaram que analisam as causas fundamentais dos incidentes 
0%
minia-protegendo-as-pessoas

Baixe o relatório completo e aprimore seu programa de segurança hoje mesmo.

A Blackline oferece o que há de melhor em segurança conectada para seus funcionários. 

Veja como os produtos e a plataforma de segurança da Blackline podem elevar o nível de segurança da sua empresa.

Perguntas frequentes

Os responsáveis pela segurança acreditam que a segurança e a produtividade estão em conflito?

 De modo quase generalizado, não. 97% dos profissionais de segurança entrevistados consideram que segurança e produtividade estão interligadas, em vez de serem prioridades concorrentes, e que culturas de segurança sólidas, na verdade, impulsionam a excelência operacional. 

Prevê-se um aumento nos orçamentos destinados à segurança?

 Sim — 95% das organizações esperam que seus orçamentos de segurança aumentem ou permaneçam os mesmos nos próximos dois anos. A capacitação dos trabalhadores (46%) e o engajamento da força de trabalho (41%) lideram a lista de prioridades orçamentárias. 

Por que ainda existe uma discrepância entre os protocolos de segurança e o comportamento na prática?

 64% dos líderes observam uma discrepância entre os protocolos escritos e o comportamento real dos funcionários. Entre as principais razões estão a fragmentação dos sistemas, protocolos que não refletem a realidade no local de trabalho e a falta de uma mentalidade de segurança em toda a empresa. Os prestadores de serviços apresentam um nível de conformidade significativamente menor (68%) do que os funcionários efetivos (84%). 

Com que frequência ocorrem incidentes no local de trabalho?

71% das organizações registram incidentes ou quase acidentes, e 53% desses resultam em lesões que causam afastamento do trabalho — apesar de 75% das organizações se considerarem bem preparadas para lidar com incidentes. 

Por que as metas de zero incidentes causam problemas?

76% dos líderes afirmam que as metas de zero incidentes continuam em vigor, mas são irrealistas. Como são praticamente impossíveis de alcançar, muitas vezes incentivam os trabalhadores a ocultar os incidentes em vez de relatá-los, eliminando assim os dados sobre quase acidentes de que as organizações precisam para prevenir lesões futuras. 

Por que os trabalhadores resistem ao uso de equipamentos de segurança?

O custo é o principal obstáculo (41,5%), mas os trabalhadores também resistem a ferramentas que parecem intrusivas, aumentam a carga de dispositivos ou não funcionam de forma confiável. Apenas 36% dos trabalhadores têm “muita” confiança nas ferramentas de segurança, o que sugere que há espaço para melhorias por meio de uma comunicação mais eficaz sobre como essas ferramentas os protegem. 

Os dados de segurança estão sendo utilizados de forma eficaz?

Em grande parte, não. A maioria das organizações se baseia em indicadores retrospectivos e defasados — 73% analisam relatórios de incidentes e 65% examinam os acidentes com afastamento. Apenas 33,5% dos responsáveis pela segurança dedicam tempo à análise preditiva, deixando um valor significativo inexplorado. 

Que papel a IA desempenhará na segurança no trabalho?

65% dos líderes esperam que as ferramentas integradas de IA para previsão de riscos ganhem maior destaque. Os líderes já confiam na IA para análise de dados de segurança (84%), treinamento e simulação (83%) e análise preditiva de riscos (79%). 

Qual é a mudança mais importante que as organizações precisam fazer para melhorar a segurança?

 Passar de uma abordagem reativa, orientada pela conformidade, para uma abordagem proativa, orientada pela cultura — na qual treinamento, ferramentas e dados se complementam em tempo real, permitindo que as organizações antecipem os riscos em vez de apenas reagir a eles. 

Quais são os três pilares de uma cultura de segurança sólida?

O relatório identifica a formação e a comunicação, as ferramentas e a tecnologia, e os dados e relatórios como os três pilares. O segredo está em fazer com que os três funcionem em conjunto — a maioria das organizações possui os três, mas os administra de forma isolada.